Ações

Fizemos aqui uma compilação dos momentos mais legais das atividades dos ônibus Hacker, nos três primeiros anos do projeto.

[Maio de 2014] Festival Internacional de Tecnoxamanismo

Um festival Independente, de experimentação artística. A proposta foi de realizar uma vivência entre os índio Pataxó, no sul da Bahia. A viagem foi financiada por uma campanha no Catarse.

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E o documentário de longa metragem do artista Carlos Gonzales.

[Maio de 2014] III Semana da cultura digital em campinas.

[Outubro de 2013] Festival Tropixel

Cinco deias de intervenções urbanas, debates oficinas e apresentações artísticas. O Tropixel foi um festival realizado em parceria com a Prefeitura de Ubatuba, a escola técnica federal de lá, aristas independentes.

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Página do Festival

[Outubro de 2013] Festival da Cachoeira em Heliodora

Bio-construção, intervenções artísticas, DJ debate e rádio colaborativa, tudo isso no Festival da Cachoeira, em Heliodora MG.

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[30 de Novembro de 2013] Feira de Ciências da escola Procópio Ferreira no Jardim São Luiz em SP

Em parceria com a Casa dos Meninos do Campo Limpo, que fazem um trabalho de mapeamento e geolocalização, e exercícios de gestão pública fundamentados em tecnologia da informação desde a década de 1980.

[Dezembro de 2013] I Festival do Parque Augusta

Uma iniciativa de diversos movimentos que atuam no centro da cidade, foi organizado um grande festival de artes e cultura, construções, música, performances, e debates.

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[Maio de 2013] II festival BaixoCentro no Arouche

No Largo do Arouche, em São Paulo: Piquenique, Rádio Busão Hacker no ar e Feira do Compartilhamento – com HD’s repletos de arquivos de textos, filmes e músicas para serem copiados e receber mais arquivos. A ação integrou a programação do Festival colaborativo BaixoCentro, que ocupou por uma semana o centro de São Paulo com shows, festas, exibição de filmes, peças de teatro e intervenções artísticas gratuitas.

[Abril de 2013] Festival Abril poético, pelas estradas de minas gerais.

Uma interlocução com o universo da poesia e da música, pelas colinas de minas gerais.

[Agosto de 2012] Hackeria Ribeirão Preto

Como parte da programação do projeto Hackeria, do Sesc Ribeirão Preto, realizamos ações em três bairros da cidade. O público, formado por adolescentes de 12 a 16 anos, participou de oficinas “Faça você mesmo” o que é importante para a sua cidade:

  • Mapeamento Cartográfico: Com papel, caneta, GPS e câmeras de celular, grupos de exploração se espalharam para mapear os pontos de interesse que achavam importante na região. Orelhão? Placas? Igreja? Escadas? As informações coletadas foram para o Open Street Maps, um site que, ao contrário do Google Maps, tem tecnologia livre.
  • Projeto de Lei: 10 jovens elaboraram um Projeto de Lei contra o Bullying, após passar por questões como o que é uma lei, como é feita e para que serve. A premissa da oficina é mostrar que qualquer cidadão pode elaborar uma lei e mais do que isso, implementá-la. Com a assinatura de 5% do eleitorado da cidade, por meio da Lei de Iniciativa Popular.
  • Visualização de Dados: A partir dos dados do orçamento público, seis meninas criaram gráficos para entender como o recurso público é distribuído na cidade.
  • Rádio Livre: O grupo formado por 8 jovens montou uma antena, configurou o transmissor e colocou uma rádio no ar. Depois foram dividos em dois grupos: enquanto um colocava a programação no ar, outro saia pelo bairro com rádio de pilha FM para divulgar a nova transmissora.
  • Lambe Lambe da Transparência: Dos sites para as ruas. Colocamos nas portas de empresas que prestam serviços ou fornecem produtos para a prefeitura um Lambe lambe com o valor que receberam dos cofres públicos.

Virada Cultural em São Paulo – Com a galera do Garoa Hacker Clube

Durante uma madrugada, o centro de são paulo foi inundado por uma enxurrada de eventos culturais, e desta vez, o Ônibus Hacker entrou na dança estacionado em frente à Cada de Cultura Digital na Santa Cecília, onde acontecia a Virada Hacker, com uma infinidade de oficinas de hackerismo do pessoal do Garoa Hacker Clube. Fomos para lá para tocar uma revisão na lateral do ônibus, e um monte de oficinas práticas de eletrônica e deixamos o Ônibus a disposição das palestras.

[Outubro de 2012] Latinoware em Foz do Iguaçu, e Ciudad del Este no Paraguai

Universidad Nacional del Este, Ciudad del Este. foto: Debora Leal

Universidad Nacional del Este, Ciudad del Este.
foto: Debora Leal

[Agosto de 2012] Virada Digital Paraty

Enquanto as tendas abrigavam discussões políticas sobre a cultura digital. Instalamos nossa Zona Autônoma Temporária no espaço, com oficinas mão na massa que dialogavam diretamente com as bases. Um público diverso participou de oficinas de Rádio Livre, TV Pirata, Projeto de Lei, Poesia Hacker. No final, uma Festa Hacker, na beira da Praia.

Confira o vídeo da viagem feito pela Filmes para Bailar.

Oficinas de Paraty

  • Scraping e visualização de dados: Oficina introdutória de raspagem de dados e as possíveis visualizações desses. Focado nos dados de orçamento da cidade de Paraty e do Governo do RJ.
  • Mapping Party (Photomapping no OpenStreetMap): Oficina que ensina mapear ruas e pontos de interesse da sua vizinhança (locais onde o ônibus parar) usando o material disponível que pode ir desde simples papel e caneta (walking papers) até cameras, celulares e GPS loggers.
  • Visualizações de Dados com Massinha: Para crianças de 0 a 108 anos, ensina a visualizar dados públicos utilizando massinha feita na própria oficina.
  • Queremos Saber: O que é informação pública, para que ela serve, quem é o dono dessa informação? Que informações existem, na rede, sobre Paraty? E o que você quer saber sobre ela? Como fazer pedidos de acesso à informação pública sobre temas que interessam aos moradores da cidade.
  • Faça você mesmo sua Rádio Livre: Oficina para montagem da infraestrutura de uma rádio: da configuração da antena ao transmissor. 
  • Narrativas para rádio: Experimentar a linguagem de sons para criar narrativas — num mundo que já se expressa, principalmente, por imagens.
  • Poesia Hacker: Remix de poesias e exosição destas poesias remixadas em lambe-lambe.
  • Três nós que podem salvar sua vida… Ou não: Aprenda a fazer três nós de sucesso pra qualquer gambiarra
  • Faça você mesmo sua TV Pirata: Oficina para criar uma emissora de TV de baixo alcance utilizando equipamentos que geralmente você possui em casa para receber o sinal de  TV. A oficina também discute as possibilidades artisticas de uma  emissora de TV de baixo alcance e a utilização de lixo eletrônico como o vídeo cassete.
  • Oficina de Arduíno: Como funciona um Arduíno e como você pode programar essa plaquinha mágica, que pode acender leds e controlar usinas nucleares.
  • Oficina de Compartilhamento & Torrent: Táticas e práticas de compartilhamento de arquivos na rede, especialmente via torrent.
  • Festa Hacker: As conversas, os encontros entre as pessoas que embarcam no busão e as que participam das oficinas são parte das atividades do Ônibus Hacker. O que nós queremos é compartlhar experiências. E a Festa Hacker é uma das oficinas onde isso acontece.
  • Feira do compartilhamento: HD com filmes, música, textos pra quem quiser espetar o pen drive e HD pegar. E HD disponivel para quem quiser deixar seus arquivos com a gente — a feira será também um posto de coleta de musicas para a programação permanente da Rádio Hacker.
  • Surpresa do Garoa Hacker Clube: Na mala, o Garoa chega com suas traquitanias, uma impressora 3D, arduíno, componentes eletrônicos pra decidir junto com o público, na hora, o que fazer.

[Julho de 2012] Open Government Partnership

Em Brasília, hackeamos o Open Government Partnership (OGP ou Parceria para Um Governo Aberto), um encontro entre governantes de países que se comprometem a adotar medidas de transparência e abertura de dados. Enquanto as programação oficial foi repleta de formalidades e declarações de intenção, na sala da Transparência Hacker foram desenvolvidos aplicativos e ações que mostraram na prática a importância do tema.

OGP: essas metas são importantes?

Daniela Silva e Adriano Lima trabalharam para criar um aplicativo para avaliar as metas propostas nos diferentes países na OGP. Funciona assim: as pessoas clicam no nome de seu país e dizem, meta por meta, se elas são ou não relevantes.

Como construir uma lei melhor para permitir a contratação de serviços que lidem com bens não-rivais.

O Thiago Cardieri começo a construir um lugar para as pessoas comentarem artigos, parágrafos e incisos da Lei 8666 – a Lei de Licitações. A ideia é discutir duas coisas: uma, como criar mecanismos de transparência que diminuam os controles burocráticos da lei. Outra, uma alternativa para licitar a contratação de bens não-rivais (desenvolvimento de software, por exemplo), tendo como contrapartida a abertura do resultado do trabalho para a sociedade.

A caixa preta dos financiamentos: para quem o BNDES e o World bank emprestam dinheiro?

Natália Mazzote, Augusto Gazir e Patrícia Cornils queriam responder esta pergunta. Em novembro de 2011, o Banco Mundial publicou na internet os dados financeiros de todos os empréstimos que realizou desde a sua criação. Os dados estão disponíveis em formato .xls e podem ser baixados, cruzados, filtrados. Já o BNDES Transparência, setor do site do BNDES para buscar informações sobre empréstimos do banco, é duro de navegar. E as (poucas e incompletas) informações que há lá estão em PDFs.

[Janeiro de 2012] Fórum Social Temático, Porto Alegre

Em Porto Alegre, realizamos a primeira transmissão da Rádio Busão Hacker durante a edição, temática e preparatória para a Rio+20, do Fórum Social Mundial. O Ônibus se transformou em estúdio para entrevistas e show transmitidos na rádio e sala de debates.

[Janeiro de 2012] Invasão na Restinga

A convite da Secretaria de Segurança Pública visitamos o bairro Restinga, uma das maiores periferias de Porto Alegre. A ideia inicial era trabalhar temas como dados abertos, transparência e ação política sem intermediários com a comunidade. Porém, ao encontrar um público formado por 40 crianças, improvisamos animadas oficinas de Stencil e Estrela Ninja.

https://www.youtube.com/watch?v=Qs15InilBS4

[Janeiro de 2012] Churrascão de Gente Diferenciada na Cracolândia

Numa intervenção preparada por diversos grupos de atuação cultural no centro de São Paulo, para alertar para a escalada das políticas de gentrificação da região da Luz, o Ônibus Hacker levou um churrascão no bagageiro. Música na tenda e bexigas no ar com frases sobre a cidade que queremos ter. Um protesto realizado por mais de 1000 representantes de ONG’s, Coletivos e Sociedade Civil contra a operação da Polícia Militar na região central da cidade, a Cracolândia.

[Dezembro de 2011] Festival  CulturaDigital.Br

Em dezembro de 2011 realizamos a primeira Invasão Hacker. O busão chegou no Rio de Janeiro com 30 pessoas para o Festival CulturaDigital.Br – um encontro entre 6 mil realizadores, produtores e ativistas que atuam na intersecção entre cultura, política e tecnologia. Foram três dias de celebração e debates com os principais atores da Cultura Digital sobre o Ônibus Hacker.Festival CulturaDigital.Br

 

Participação em debates, encontros, apresentações

Setembro de 2011 – 13°AvLab no centro de cultura espanhola em SP

Vivo art.mov sob curadoria de Lucas Bambozzi, no Paço das artes em São Paulo

27 de novembro de 2013 – Cidades Emocionais – SESC Bom Retiro

5 Comments

  1. Andrea Medrado
    Posted 23 de junho de 2012 at 13:34 | Permalink

    Adorei o trabalho de vocês e gostaria muito que alguém entrasse em contato comigo, para fazermos algo em conjunto. Talvez uma circulada pelo Centro do Rio reforçando a importância da participação para um mundo melhor, ou mesmo oficinas.

  2. admin
    Posted 22 de julho de 2012 at 22:34 | Permalink

    Oi Andrea,

    Manda idéias pra lista do ônibus … onibushacker @ googlegroups.com
    Um abraço.

  3. Posted 28 de agosto de 2012 at 9:12 | Permalink

    Olá pessoal,
    Conheci o projeto do Busão na FISL13, achei formidável.
    Sou professor de Filosofia, também tenho formação em tecnologia da informação, uni as duas coisas e já a alguns anos me dedico a divulgação do software livre. Atualmente venho trabalhando em um projeto que denominei de Circo Digital, tem muita semelhança com o trabalho de vocês. Gostaria de saber se vocês tem interesse em trocarmos algumas ideias, e quem saber somarmos nossos esforços.
    Abraços,
    Silvio

  4. Daniele Diniz
    Posted 6 de agosto de 2013 at 8:36 | Permalink

    Olá, me chamo Daniele Diniz sou professora de Informática de uma escola profissionalizante no Ceará, mas precisamente Caucaia e gostaria muito de conhecer as oficinas e quem sabe ajustarmos uma vinda a nossa escola, para a integração dos nossos alunos,Nosso publico é voltado a ensino médio profissionalizante não contamos com a área de informática mas temos a disciplina em questão ao qual sou professora e gostaria de poder proporciona-los esse show de conhecimento, aguardo resposta!
    Desde já obrigada pela atenção!

  5. Bruno Neves
    Posted 6 de junho de 2014 at 14:51 | Permalink

    Demais o trabalho de vocês! Que pena que perdi os encontros em Porto Alegre… Vou estar ligado para a proxima!
    Grande abraço e continuem fazendo a diferença!

One Trackback

  • […] O Ônibus Hacker é um laboratório sobre quatro rodas no qual hackers de toda sorte embarcam por um desejo comum: ocupar cidades brasileiras com ações políticas. Por política, entendemos toda apropriação tecnológica, toda gambiarra, todo questionamento e exercício de direitos. Por ação, entendemos a prática, o faça você mesmo uma antena de rádio, um projeto de lei, uma escola, etc. Sendo assim, podemos dizer que o projeto “Ônibus Hacker” é tudo que a sociedade precisa mas que ninguém nunca teve a coragem (ou acreditou que seria possível) de fazer. Através de invasões, esses crânios da tecnologia buscam transformar a sociedade. Veja um pouco mais sobre essas invasões AQUI. […]

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