Roupa nova

A Virada Hacker foi sucesso de crítica e público. Duas mil pessoas passaram pela Casa da Cultura Digital e 60 subiram no busão para assistir uma palestra sobre Hacktivismo. Dá pra pensar na demanda por mais umas 10 Casas de Cultura Digital e Hackers Spaces pela cidade, né?

Lá pelas duas da manhã, eu Belasco e Zuardi nos empolgamos com a empolgação do Trevisani e fomos pra São João atrás dos Mutantes. Do alto do meu 1,60 cm, só via a coroa do Sérgio Dias e o Zuardi colado na parede. Empurra pra lá, empurra pra cá, três músicas e o Belasco me levanta pra ver um pedaço de madeira com uma arte do Crânio – que viajou  com a gente pra Belo Horizonte. E se você achou estranho a prefeitura chamar um monte de graffiteiro massa e colocar a arte deles num pedaço de madeira, junte-se a nós.

O show acabou, estávamos de saída quando o Crânio apareceu. Saímos juntos em busca de outra coisa pela Virada. No caminho roubaram o celular do Zuardi e do Trevisani. O Trevisani até conseguiu o dele de volta, com o seguinte argumento: esse celular não é bom e é o meu trabalho. A taxa de brochada subiu pra 100% o que nos levou à sábia decisão de voltar pra CCD e mandar um churraquer no meio da rua.

Deu nisso:

Agora, a ideia é transformar o busão numa galeria efêmera. A cada deis meses, renovamos as artes.

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Published:8 de maio de 2012

Geral

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